Os 10 fatos que fazem de Ronaldo um fenômeno de verdade

Postado por Cabeça De Touro F.C. terça-feira, 21 de junho de 2011

 Não importa se está ou não acima do peso, e muito menos em que novo rolo está metido em sua vida pessoal. Dentro de campo, nada nunca atingiu Ronaldo – nem sua atuação, nem a paixão dos fãs por ele. É, indiscutivelmente, fenomenal.

10. Tem um tino empresarial incrível:
Em Londres, no dia 27 de março de 2011 (Foto: Mike Hewitt/Getty Images)

Uma das primeiras coisas que Ronaldo comprou quando se viu com um bom dinheiro em mãos – aos 20 e poucos anos – foi uma Ferrari no valor de 500.000 reais. “Uma bobagem”, admite, hoje, depois que aprendeu como poucos a administrar sua fortuna. Seu investimento mais rentável – e o mais comentado – foi feito na empresa 9ine, especializada em marketing esportivo e que nos primeiros meses de vida já passou a cuidar da imagem de grandes atletas, como os jovens craques Neymar (Santos) e Lucas (São Paulo), e os renomados Anderson Silva (UFC) e Falcão (futsal).

9. Foi eleito o melhor do mundo três vezes:

Recebendo o primeiro prêmio de melhor jogador do mundo, em 20 de janeiro 
de 1997, aos 20 anos (Foto: Armando Franca/AP)


Com apenas 20 anos, depois de uma atuação impressionante ao longo do ano de 1996, quando estreou no Barcelona, Ronaldo – que, na verdade, ainda era Ronaldinho – foi eleito pela Fifa o melhor jogador do mundo. É o mais jovem a levar o prêmio. Mas não parou por aí: no ano seguinte, foi bi (o primeiro também a ser premiados dois anos seguidos), e em 1998, ficou com o segundo lugar, atrás do francês Zidane. Passados quatro anos, em 2002, levou o Brasil ao pentacampeonato e voltou a ser eleito o melhor entre os melhores.

8. Ele virou casaca, mas ninguém ligou para isso:

À esquerda, pelo Real Madrid, em 2004; à direita, pelo Barcelona, em 1996
(Foto: Denis Doyle/Getty Images/AP)

Ronaldo chamou a atenção do mundo ao ser lançado pelo Cruzeiro em 1993. Um ano depois, já começava a carreira internacional, sendo levado pelo PSV, da Holanda, onde ficou até 1996, quando deu início a uma carreira (ainda mais) consagrada – e marcada por uma fama sempre muito criticada no futebol, a de “vira-casaca”: na Espanha, passou pelo Barcelona  (1996 a 1997), depois foi para a Itália jogar na Inter de Milão (1997 a 2002); ao voltar para a Espanha, optou pelo Real Madrid (2002 a 2007), e quando quis retornar aos ares italianos, ficou no Milan (2007 a 2008). E todos, sem            exceção, se rendem a seus talentos, mesmo depois de vê-lo defendendo o rival.

7. Sem ele, o Brasil não teria sido penta em 2002:

Ao lado de Rivaldo, beijando a taça da Copa do Japão, em 30 de junho de 2002
 (Foto: Alex Livesey/Getty Images)
Ele pode não ter levado a seleção nas costas durante a disputa da Copa do Mundo de 2002, no Japão – mesmo porque nosso time contou com peças valiosas, como o inspirado Rivaldo. Mas sem Ronaldo em campo, aquela taça não passaria nem perto do Brasil. Primeiro, porque craque é craque e sempre faz a diferença. E segundo porque ele se sentiu – com toda a razão – na obrigação de compensar o vexame e a decepção do Mundial anterior, na fatídica França.


6. É o segundo maior goleador da seleção brasileira:
Comemorando gol marcado na Copa do Mundo de 2006, contra o Japão,
no dia 22 de junho (Foto: Phil Cole/Getty Images)


Vestindo a camisa canarinha do time principal, Ronaldo participou de 104 jogos, dos quais venceu 73 (empatou 22 e perdeu apenas 9). Mas é em outro número que ele se firma como o maior jogador da seleção brasileira nos 17 anos em que atuou: com 67 gols marcados, é o segundo maior goleador da nossa história – atrás apenas de Pelé, o rei, que marcou 95 vezes.



5. Fazia escândalos pessoais sumirem como mágica em campo:
Coletiva de imprensa em fevereiro de 2011 (Foto: Rodrigo Coca/Fotoarena/Folhapress)

Ronaldo nunca se preocupou em esconder: passou longe de ser um santo. Da frenética troca de mulheres às baladas regadas a muita bebida por várias partes do mundo, até a polêmica mal explicada com travestis… Nada disso conseguiu nem sequer arranhar a imagem de profissional incomparável. Nem os (muitos) quilinhos a mais! Sempre que seu time precisou, lá estava ele para decidir – de novo. E tudo o mais simplesmente desaparecia da memória de seus admiradores.


4. Foi craque até quando não tinha condições de jogar:

Festejando seu primeiro gol com a camisa do Corinthians, contra o Palmeiras, 
pelo Campeonato Paulista, em 8 de março de 2009 (Foto: Rodrigo Coca/Fotoarena)


O torcedor brasileiro já está calejado e, quando vê um grande jogador que fez carreira no exterior voltar para casa, já pensa: é fim de carreira. Na maioria das vezes, a regra até se aplica, mas até aí Ronaldo soube surpreender. Bem acima do peso e sofrendo com as eternas dores, chegou ao Corinthians em 2009, prometendo um ano fenomenal ao clube – com todos os trocadilhos propositais. E conseguiu levantar a taça do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil daquele ano – e em 2010 ainda ajudou a classificar o time para a Pré-Libertadores.

3. É o maior goleador da história das Copas do Mundo:

Comemorando gol marcado contra a Bélgica, nas oitavas-de-final do Mundial 
de 2002, no Japão, no dia 17 de junho (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)


Quinze gols pode não parecer uma marca muito relevante para um jogador de futebol. Mas balançar a rede esse número de vezes só em Copas do Mundo é coisa para poucos – ou melhor, só para Ronaldo. Em toda a história da competição, ninguém marcou mais do que ele, que disputou 19 partidas pela seleção brasileira. A média é espantosa: 0,7 gol por jogo – recorde que vai continuar todo dele pelo menos pelos próximos três anos.


2. Sempre que parecia estar perto do fim, renascia (mais) forte:

Ronaldo recuperando-se de lesão, com a ajuda do médico francês Gerard Saillant, 
em dezembro de 1999 (Foto: Jack Dabaghian/AP)

Todo esportista sabe que, em algum momento da carreira, terá de conviver com a dor. Mas Ronaldo tornou-se uma espécie de PhD no assunto. Foram tantas lesões, principalmente no joelho – e muitas delas bem graves – que vários boatos chegaram a antecipar a notícia de que ele estaria prestes a pendurar literalmente as chuteiras. Mas, mesmo desenganado, ele tirava forças sabe-se lá de onde e voltava ainda mais forte, ainda mais craque. Até que as dores venceram, e ele se rendeu: “Perdi para o meu corpo”, no anúncio da aposentadoria em fevereiro passado, após anos de uma luta invejável.

1. Conseguiu ser dois (talentosos) jogadores em uma só carreira:

Na Copa da França, em 1998 (Foto: Ross Kinnaird /Allsport/Getty Images)

Quando começou a carreira, jovem e (ainda) magrinho, há 18 anos, a revelação Ronaldinho era ágil e conseguia cruzar o campo quase sem ser visto, com dribles tão certeiros que deixavam os adversários desconcertados. Mas as sequências de lesões e as dores que acabaram se tornando quase crônicas obrigaram o Fenômeno a repensar seu modo de jogar – de uma maneira que continuasse eficiente e ao mesmo tempo exigisse menos de seu corpo mais fragilizado. Assim, nascia um novo Ronaldo, que inteligentemente passou a se posicionar mais perto da área, pronto para colocar a bola na rede ou fazer passes precisos e curtos rumo ao gol. Resultado: o renascimento de uma trajetória rumo a (mais) glórias. Nenhum outro grande jogador na história do futebol teve esse mérito: foi dois craques diferentes, tudo numa só carreira.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/10-mais/esporte/os-10-fatos-que-fazem-de-ronaldo-um-fenomeno-de-verdade/10/

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